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09-Set-2004

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3º Audio TT por Terras do Alvarinho ...

   

3º Audio TT por Terras do Alvarinho

7º Passeio de 2003 do Clube Audio TT

 

 

Foi no passado Sábado, dia 13 de Setembro, que o Clube Audio TT levou mais uma vez uma parte dos seus membros a passear.

O "desafio", desta vez, era ficar a conhecer mais um pouco da magnífica região do extremo Norte de Portugal, na zona de Melgaço / Castro Laboreiro.

O convite foi aceite por cerca de 50 pessoas (49, para ser mais exacto...) que se distribuíram por 20 viaturas.

O encontro estava marcado para os Arcos de Valdevez, embora tivesse sido precedido para uma boa parte dos participantes por uma pré-concentração junto à Igreja do Alívio, de modo a possibilitar fazer o percurso até aos Arcos já em caravana e em companhia dos amigos, o que tornaria a viagem mais agradável.

O Passeio propriamente dito, começou com a distribuição do respectivo Road-Book e com as habituais recomendações, complementadas com algumas chamadas de atenção relativamente a aspectos do percurso que justificavam um destaque especial.

A 1ª Etapa, que fazia a ligação entre os Arcos de Valdevez e a Portela de Alvites, numa extensão de cerca de 25 Km, decorria exclusivamente em asfalto ! Não havia, por isso, dificuldades a mencionar, mas havia paisagens bastante interessantes a ver !

Foi também feita uma visita à aldeia de Sistelo, que agradou de um modo especial à generalidade dos participantes.

Foi uma etapa de carácter exclusivamente turístico, mas que veio demonstrar mais uma vez (como se isso fosse necessário !...) que os membros do Audio TT sabem também apreciar os aspectos relacionados com a admiração de belas paisagens, a visita a povoações interessantes, o conhecimento das nossas gentes e da nossa cultura, mesmo que isso seja feito sem recurso a percursos exigentes em termos de Todo-Terreno.

Chegados à Portela de Alvites, teve início o tradicional "reforço da manhã", com a ementa habitual constituída por pão fresquinho, queijo, fiambre, sumos variados, água e café.

Estava na altura de se iniciar a 2ª Etapa, que nos iria levar até Sto. António de Vale de Poldros e que decorreria principalmente em trilhos de terra.

Esta parte do percurso tinha como aspectos mais salientes as paisagens, que continuavam a ser particularmente belas, algumas zonas em que o piso era já bastante duro e a exigir uma condução cuidada de modo a evitar danos indesejáveis nas viaturas, uma zona muito estreita e com inclinações laterais que são realmente "assustadoras" levando os jipes até muito próximo do seu limite (felizmente ele não chegou a ser ultrapassado em nenhum caso !...), mas que só seria feita por quem queria experimentar essas "emoções fortes" e possuía veículos relativamente estreitos, seguindo os outros à volta e, já mesmo no fim, a possibilidade de admirar algumas construções tradicionais  desta região e que nalguns casos estão recuperadas ou em fase de recuperação.

O fim desta Etapa foi feito na área envolvente da Igreja de St. António, onde se aproveitou para descansar um bocadinho à sombra das árvores, que o dia estava bastante quente, e a água que corria na fonte, existente no mesmo local, era de uma frescura difícil de encontrar.

O amigo Zé Luis tinha, contudo, reservada mais uma das suas já habituais surpresas... Desta vez tinha trazido uma maravilhosas uvas, colhidas na região da Meda, e que estavam uma verdadeira delícia !

O tempo ia passando, mais depressa do que o que desejaríamos, e estava na hora de se partir para a 3ª e última Etapa da manhã. Seria a altura de fazer a ligação até Castro Laboreiro, passando antes pela zona conhecida por Batateiro e por Lamas de Mouro.

Poucos km's após o seu início estaríamos a admirar mais um conjunto de construções tradicionais, que foram recuperadas e estão neste momento a ser utilizadas maioritariamente para turismo rural.

Logo de seguida, estava prevista mais uma zona estreita e com piso bastante duro e complicado devido a uma série de valas e às muitas pedras que o constituíam, havendo um percurso alternativo, muito mais fácil, para os que não quisessem "meter-se em dificuldades". Na realidade todos quiseram fazer prova do seu espírito de aventura e capacidade de ultrapassar as dificuldades, acabando por seguirem pelo trilho mais complicado.

Mais uns km's e eis-nos chegados à zona do Batateiro. A primeira coisa a fazer foi admirar a Mamoa existente nesta zona. A segunda,.... bem, a segunda foi "atascar" numa zona pantanosa, que já estava devidamente prevista como "zona de recreio".

Depois de muitas lições práticas sobre a forma como não se conseguia atravessar a zona pantanosa, que foram iniciadas por um certo UMM amarelo e continuadas por um grupo muito alargado de viaturas, e de algumas lições práticas (poucas !) sobre a forma como era possível cruzar a zona mais crítica pelos seus próprios meios, lá foi possível convencer os participantes de que a "hora do recreio" já há muito tinha terminado.

Durante todo o tempo em que se foi tentando atravessar o pântano, tivemos a presença como espectadores atentos e particularmente agradados de um casal, acompanhados pelo filho, que começaram por nos avisar de que não se conseguia passar e que foram depois aproveitando o "espectáculo" gratuito que a "cambada de maluquinhos" lhes foi proporcionando com os seus "atascanços" sucessivos. Na fase final, e depois de saber que já não era a primeira vez que andávamos por aquelas bandas, já diziam que gostavam muito de poder assistir novamente, numa outra vez em que resolvêssemos desafiar o "juncal"....

O avançado da hora desaconselhava tudo o que não fosse procurar chegar a Castro Laboreiro o mais rapidamente possível. Foi por isso que se decidiu prescindir do trilho previsto para nos levar até ao almoço, optando-se por seguir por estrada e do modo mais directo possível.

O almoço, servido na Albergaria Mira Castro, em Castro Laboreiro, estava inicialmente previsto para se iniciar às 2 horas da tarde, mas só lá chegamos quando já passava um pouco das 3... É claro que tinha havido o cuidado de avisar previamente o restaurante, de modo a evitar que o que se pretendia que fosse uma boa refeição pudesse ser negativamente afectada pelo tempo de espera...

A ementa repetiu a escolha feita nos anos anteriores, apostando numas entradas variadas, sopa, vitela assada, sobremesa e café, vindo a revelar-se mais uma vez uma boa aposta. Sem razão de queixa relativamente a qualquer dos seus constituintes, mereceu especial destaque pela positiva a carne que estava realmente muito boa.

É claro que uma refeição destas ficaria incompleta se não fosse devidamente acompanhada em termos de bebidas... Assim, para além das habituais águas, cerveja ou sumos, havia que tirar partido dos néctares da região. E foi deste modo que os vinhos da região tiveram mais uma oportunidade de brilhar, principalmente nas variedades Alvarinho e Trajadura, levando a que as sucessivas garrafas se fossem esvaziando muito rapidamente...

Quando um grupo de amigos se juntam à mesa para uma boa refeição e as conversas vão cativando a atenção e a participação de todos, isso só pode ter como resultado um almoço demorado... E foi exactamente o que aconteceu !... Já passava das 6 horas da tarde quando foi possível dar início à primeira etapa da tarde.

A 4ª Etapa, com início e fim em Castro Laboreiro, iria levar-nos para a zona de planalto, com uma parte significativa do percurso a decorrer muito próximo da linha de fronteira entre Portugal e Espanha, umas vezes do lado de cá e outras já do lado da Galiza.

Trata-se de uma região diferente da que tínhamos atravessado durante a manhã, mas nem por isso menos interessante !

Aproveitando o momento em que atravessamos a fronteira em direcção à Galiza, junto ao marco 24, fizemos uma pequena paragem para a "foto de família" dos participantes.

Alguns km’s mais há frente havia nova zona de "recreio livre", com mais uma zona pantanosa.

Aqui poderá ter acontecido o principal erro de quem "dirigia" o Passeio, uma vez que ao deixar que os participantes fossem "brincar" para a lama, hipotecou completamente a possibilidade de percorrer a 5ª e última Etapa. É claro que este erro é um pouco discutível, uma vez que os atascanços que mais uma vez se verificaram também foram motivo de agrado.

Acabaram por não serem muitos os jipes a tentarem atravessar a zona pantanosa, mas os que o tentaram, rapidamente ficaram parados e completamente atascados... Depois, foi a altura de se irem "libertando" uns aos outros, à custa de muito uso de guincho, para atascar novamente logo a seguir...

Depois de muita insistência, dois jipes, um UMM e um Defender, sempre acabaram por conseguir lograr os seus intentos e chegar ao outro extremo da zona pantanosa. Os restantes foram "convencidos" a desistir saindo do lamaçal a meio.

Mais uma vez o tempo foi passando e quando se retomou o percurso já era noite... O resto do percurso, que nos traria de volta a Castro Laboreiro, foi já feito com as luzes ligadas e levou-nos por trilhos que apresentavam algumas zonas um bocado degradadas a justificar cuidados redobrados.

À chegada a Castro Laboreiro estava mais do que claro que a 5ª e última etapa, que nos deveria trazer até Melgaço por um trilho que sobe até ao topo de um dos montes da região, descendo depois em direcção a Cavaleiro Alvo e que tem umas vistas muito interessantes, estava completamente posta de lado... Já era muito tarde e, para além disso, uma boa parte do seu encanto perdia-se por já estar escuro.

Resolveu-se, pois, fazer o lanche, que pela hora era claramente jantar ! Contudo, uma vez que o almoço tinha sido muito tardio e de molde a satisfazer plenamente todos, a fome ainda era pouca... Mesmo assim, sempre se comeu alguma coisa, de acordo com a vontade de cada um, de modo a aconchegar os estômagos para a viagem de regresso a casa.

E pronto, estava terminado mais um Passeio deste Clube. O balanço era mais uma vez muito positivo e a satisfação de todos os participantes era notória.

Realmente, e para ser verdadeiro, ouviam-se aqui e ali umas críticas... Contudo, elas não tinham a ver com este Passeio. As críticas eram no sentido de ser uma pena que não esteja já previsto mais um Passeio do Audio TT para o início de Outubro e que seja necessário esperar até Novembro pelo próximo!... Muitos participantes diziam que era tempo a mais sem a possibilidade de passarem mais um dia bem passado, em conjunto com este grupo de amigos, como acontece nos nossos Passeios.

 

 

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