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04-Jun-2012

            Os Nossos Passeios ...

3º Passeio de 2012...

      

1º Passeio Audio TT "do Corgo ao Rabaçal"

 

                Mais um fim-de-semana passou e com ele mais um Passeio do Clube Audio TT.

  

  

                Desta vez a proposta foi ir à descoberta de trilhos para a região entre Vila Pouca de Aguiar, Mirandela e Valpaços e as coisas foram pensadas para ocupar os 2 dias do fim-de-semana de 26 e 27 de Maio.

                Uma parte dos participantes resolveu ir já passar a noite de 6ª para Sábado em Vila Pouca de Aguiar e de manhã juntaram-se os restantes, num conjunto de 7 jipes e perto de 2 dezenas de pessoas.

  

  

                O Passeio correu bem, permitindo admirar toda esta região, com algumas zonas um pouco mais acidentadas em termos de relevo e outras um bocado mais planas. Os trilhos percorridos não nos trouxeram zonas particularmente difíceis e o nível de dificuldade pode ser classificado como baixo.  Na verdade, as poucas zonas difíceis eram-no de tal forma que não dava mesmo para passar…

                De qualquer forma, as paisagens compensaram a falta de zonas “trialeiras” e é indiscutível que nesta altura os campos e montes ficam mesmo bonitos com o seu manto colorido de verde, amarelo, branco e salpicado pelo vermelho das papoilas.

  

  

                Tal como tinha sido previsto, a escolha dos trilhos foi sendo feita por quem rotativamente liderava a coluna de jipes, embora houvesse um “track” orientativo, mas que não era de modo nenhum obrigatório seguir.  Essa rotação foi feita com as viaturas que tinham GPS de modo a permitir não perder de vista a chegada aos pontos de passagem obrigatórios que tinham sido previamente definidos e comunicados.

                Estes pontos de passagem obrigatória destinavam-se, por um lado a indicar pontos de travessia de rios que eram únicos numa distância de vários km’s, e por outro a delimitar um bocado a zona a percorrer, evitando que nos afastássemos demasiado do caminho a seguir para atingir o final de cada uma das etapas do Passeio.

  

  

                Para Sábado, o desafio era irmos de Vila Pouca de Aguiar até Mirandela, onde se passaria a noite, utilizando sempre que possível trilhos e evitando as estradas.  A distância que se esperava percorrer andaria entre os 70 e 100 Km’s, dependendo dos trilhos escolhidos e das dificuldades encontradas.

  

  

                A meio da manhã fizemos a paragem para o já inevitável “Reforço da Manhã”, que desta vez foi repartido em 2 partes, uma vez que fomos obrigados a interrompe-lo por causa de uma chuvada forte que caiu, ficando o café e o Favaios para a 2ª parte e foi já próximo da hora do almoço que aconteceu o único percalço do Passeio…

                O Patrol ficou “manco”, uma vez que a “patinha” traseira do lado do condutor cansou-se e resolveu que não queria andar mais !...

  

  

                Embora ainda não sabendo exactamente o que se passou, tudo indica que algo dentro do tambor da roda traseira se terá solto ( cinta ou maxila ? ) e ficou a travar o movimento da roda.

                Dado que não se dispunha de ferramenta apropriada para tirar o tambor e tentar ver o que se passava, a solução foi mesmo chamar o reboque.  Felizmente que a “doença” se manifestou junto a uma povoação e numa pequena estrada de paralelo, permitindo assim que o reboque lá chegasse…

  

  

                Enquanto se esperava pelo reboque, aproveitamos e fizemos o almoço mesmo ali.  Já estava definido que os almoços seriam pic-nic e que cada um deveria levar a sua merenda ( que poderia depois partilhar com os restantes, se o quisesse fazer ).

                Petiscos não faltaram e viu-se de tudo !...  ;-)

  

  

                O reboque chegou quando já estávamos a terminar o almoço e lá se mandou o Patrol de regresso, mas os seus passageiros, esses continuaram connosco a fazer o Passeio, tendo sido distribuídos por outras viaturas.  Agora tínhamos menos um Jipe, mas o Passeio continuava na mesma !

  

  

                Como já tinha acontecido na parte da manhã, houve um ou outro trilho que não tinha saída que fosse possível fazer com as viaturas e lá tivemos que dar meia volta e procurar outra alternativa.

                As paisagens continuavam a ser interessantes e o tempo foi passando muito depressa, pelo que acabamos por resolver “atalhar” os últimos 20 Km’s, mais ou menos, e vir directamente por estrada para Mirandela de modo a podermos ir jantar ainda a horas decentes.

  

  

                A Adega Regional foi o restaurante escolhido para o jantar em Mirandela e foi uma escolha acertada, uma vez que serviram bem, comida bem cozinhada e gostosa e a preços razoáveis.

  

  

                Domingo…

                O acordar já não foi muito cedo e ainda se gastou mais um pouco de tempo nas compras dos produtos regionais e a esperar pelo Pedro e Ana que tinham dormido no Parque de Campismo para poderem ter o cão com eles.

  

  

                A proposta desta feita era ligar Mirandela a Valpaços, de preferência fora de estrada, e o esquema a utilizar era o mesmo do dia anterior: rotação de quem comandava a coluna e que tinha por isso a tarefa de escolher os trilhos a utilizar.

                O início foi logo um pouco atribulado, na medida em que fomos por um trilho que tinha sido fechado por um portão com cadeado, impedindo desta forma a progressão.  Foi mais uma das vezes em que tivemos que dar meia-volta e tornar para trás, escolhendo outra alternativa que nos levasse para onde pretendíamos.

  

  

                Este tipo de episódios repetiram-se por três ou quatro vezes, encontrando trilhos que tinham sido interrompidos por portões ou cabos de aço, tendo o caminho sido apropriado por quem detém as terras à volta e impedindo a passagem naquela zona.  Quase de certeza que estas apropriações são na sua maioria ilegais e não passam de um aproveitamento ilícito tirando proveito da falta de fiscalização e de quem esteja para ter o trabalho ( e despesa ) de contestar essa mesma apropriação.

  

  

                Tal como no dia anterior, também desta vez as dificuldades encontradas não foram significativas, ou foram de todo inultrapassáveis, pelo que não chegaram a ser dificuldades…

                O “Reforço da Manhã” fez-se junto a um campo de futebol, faltando desta vez apenas o café que já não havia, uma vez que tinha sido preparado apenas para Sábado.  O pão fresco tinha sido comprado de manhã em Mirandela e os sumos, fiambre e queijo já tinham ido de Braga, tendo sido mantidos devidamente refrigerados.  Para quem acompanha os nossos passeios lembrar-se-á eventualmente que foi exactamente num Passeio realizado há uns anos atrás também na zona de Mirandela que foi introduzido o hábito de haver Favaios no “Reforço da Manhã” e por isso, mais uma razão para que também agora o Favaios não faltasse…

  

  

                Mais uma vez os campos e montes nos encheram a vista e o coração com uma natureza pujante de vida nesta altura do ano.

                Depois de mais uns km’s por trilhos, umas vezes subindo, outras descendo, umas vezes em espaços abertos e amplos, outras entre muros onde cabia o jipe e quase não sobrava espaço para uma folha de jornal, havendo ainda uma ou outra zona de “lavagem a seco” ( entenda-se como zonas com muita vegetação que vai sendo afastada pelas próprias viaturas ), chegou a hora do almoço.

  

  

                Desta vez o pic-nic fez-se junto a uma capela, no cimo de um monte.  A comida foi variada e foi sendo partilhada por todos.

                Aproveitou-se para fazer um concurso do “melhor chouriço assado” com o Eduardo e a Luz a serem os concorrentes, que acho que se saldou por um empate técnico…  ;-)

  

  

                Também se fez uma pequena “passagem de modelos” de chapéus improvisados, que iam desde tampas de cartão de caixas de pastelaria até panos de cozinha, passando por vários outros exemplares, uns mais inspirados do que os outros, mas sempre interessantes… J  O sol que se fazia sentir obrigou mesmo a esta sessão demonstrativa da capacidade de “desenrascanço” que é bem típica dos portugueses…

                Faltavam-nos talvez 12 a 15 Km’s para chegar a Valpaços, mas dado que já eram quase 4 horas da tarde, a decisão unânime foi rumar directamente a casa, deixando esse bocado final para uma outra oportunidade que se venha a proporcionar.

  

  

                Regresso conjunto até Vila Pouca de Aguiar onde foi feita uma paragem para um café e para as despedidas finais, uma vez que daí para diante as pessoas iriam começar a tomar caminhos diferentes consoante o seu destino e as suas preferências.

                O fim-de-semana estava no fim, mas acho que não falto à verdade se disser que estava toda a gente satisfeita e ninguém dava o tempo por mal empregue !

  

  

 

                O próximo Passeio não deverá tardar muito e o seguinte, o já tradicional Passeio da Cabreira, já tem data marcada em Julho deste ano.

 

 

 Rui Martins

  

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