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09-Set-2004

            Os Nossos Passeios ...

O Audio TT em Terras de Bragança ...

 

 

2º Passeio Audio TT em Montesinho

 

 

O fim-de-semana de 25 e 26 de Maio foi escolhido pela Trilhos do Nordeste para a realização de mais um Passeio Todo-Terreno na região de Bragança, desta vez em estreita colaboração com o Clube Audio TT.

Numa manhã em que o tempo estava bastante agradável, contrariamente ao que tinha acontecido nos dias anteriores, a concentração dos participantes estava marcada para as 10 horas, em Vinhais, junto ao posto de turismo local.

Foi nesta agradável Vila que se juntaram os participantes em número de 48, distribuídos por 18 jipes e 2 Moto4. A boa disposição era geral e todos estavam ansiosos por começar a percorrer os trilhos descritos no Road-Book que a organização distribuiu durante o "briefing" inicial.

Esta 1ª etapa, que fazia a ligação entre Vinhais e Moimenta, teve então início, abandonando o asfalto e começando quase de imediato a percorrer alguns dos muitos caminhos que atravessam esta zona, ao mesmo tempo em que se começava a poder apreciar algumas "paisagens que vale a pena ver", e se iam encontrando aqui e ali alguns pontos um bocadinho mais complicados para "apimentar" o percurso.

O "Mata-Bicho" estava marcado para a aldeia de Prada e permitiu uma paragem um pouco mais prolongada, de modo a que fosse possível saborear um presunto de "comer e chorar por mais", acompanhado pelo magnífico pão desta região, por uma óptima bola de carne, sem esquecer os bolos que a organização tinha tido o cuidado de também servir. Para "regar" estas iguarias, os participantes só tinham que enfrentar o problema da escolha pois, desde um bom vinho, passando pelos sumos e refrigerantes variados e terminando na água, tudo estava à disposição de cada um.

Havia que continuar o percurso, e foi isso que todos fizeram. Os trilhos continuavam a suceder-se, desvendando os recantos desta região e levando-nos para a zona de fronteira entre Portugal e Espanha.

Aqui e ali, iam-se encontrando algumas passagens em que era pedido um pouco mais de esforço às máquinas e de perícia aos seus condutores, de modo a ultrapassar alguns "corta-fogos" ou algumas zonas onde a lama ainda marcava presença, para além da travessia de alguns cursos de água.

A organização tinha inclusivamente tido o cuidado de incluir a possibilidade, para quem quisesse, de percorrer uma pequena zona bastante trialeira, que começava com alguns cruzamentos de eixos, seguida de uma descida bastante inclinada, ainda que muito curta, uma passagem por uma poça de água, uma subida igualmente curta, mas quase a pique, e terminava com mais alguns metros em que o cruzamento de eixos voltava a ser o "prato forte".

Não obstante a razoável dificuldade do percurso, quase todos quiseram "tentar a sua sorte", havendo mesmo quem tenha repetido a "dose".

Ainda antes do almoço, foi feita uma nova paragem, desta vez na "Fraga dos 3 Reinos", de modo a permitir admirar esta interessante formação rochosa.

Mais alguns Km, poucos, e eis-nos chegados a Moimenta e ao Restaurante que partilha o nome do conjunto rochoso onde tínhamos parado pouco antes.

O almoço foi servido de imediato, assentando num cozido que ficará concerteza na memória de muitos.

Findo o almoço, iniciou-se a 2ª etapa, que nos conduziria até à aldeia de Nogueira, em Bragança.

Esta parte do percurso era mais "rolante", mas continuava a cativar os participantes pela beleza paisagística de toda esta região.

A meio da tarde houve ainda a possibilidade de "matar a sede", pois a organização teve o cuidado de prever uma paragem numa zona do percurso para onde tinha transportado as respectivas bebidas.

Chegados a Bragança, mais especificamente à aldeia de Nogueira, o jantar foi servido no Restaurante "Serra de Nogueira" e foi a altura certa para saborear a tradicional "posta" confeccionada com a saborosa carne da região e que mais uma vez não deixou os seus créditos por mãos alheias.

O dia estava no fim, mas dado que a maioria dos participantes estava alojado na Estalagem Turismo, esse facto ainda foi aproveitado para percorrer mais alguns trilhos de terra, na ligação entre o restaurante e a estalagem.

O Domingo amanheceu mais cinzento e mesmo com alguma chuva miudinha, mas não foi isso que desanimou os participantes que se concentraram às 10 horas no Castelo de Bragança, para dar início à 3ª e última etapa.

A maioria aproveitou a sugestão que tinha sido feita e efectuou uma visita ao Museu Militar, instalado no Castelo. Essa visita acabou por demorar um pouco mais do que estava previsto, uma vez que despertou um interesse significativo e foi feita com a calma necessária para poder apreciar o que estava exposto.

Finda a visita, foi então tempo de pôr as máquinas em marcha e arrancar para o percurso que nos iria conduzir até à aldeia de Gimonde, mas não do modo mais fácil e rápido…

Esta 3ª etapa foi a mais dura. Os "corta-fogos" sucediam-se, intercalados pelas travessias de regatos e ribeiros, acompanhados ainda por algumas zonas de lama, num "sobe e desce" particularmente interessante.

As paisagens, essas, continuavam a ser deslumbrantes…

Os diferentes tipos de vegetação foram também "desfilando" perante os nossos olhos, desde as zonas mais arborizadas até àquelas em que a vegetação é mais rasteira, passando por algumas searas de centeio que iam ondulando ao vento, salpicadas aqui e ali pelo colorido de bonitas papoilas vermelhas.

Nalguns pontos estratégicos foram feitas paragens, ficando na memória, para além de outros, aquele em que foi possível apreciar um desfiladeiro profundo e sinuoso por onde corre o rio Fervença.

Ainda antes de chegar ao restaurante, foi a altura certa para efectuar uma "subida radical" que "assustava" um bocado só de olhar para ela…. Tempo para uma paragem colectiva enquanto se "media bem medida" a subida e se discutia quem seria mais "destemido" para "abrir as hostilidades" e começar a subir…

A verdade é que, com maior ou menor confiança, um a um, quase todos os jipes resolveram aceitar "o desafio" e tentar vencer esta "batalha", em vez de utilizar a alternativa, que se encontrava disponível para quem quisesse.

Bem, não obstante ser realmente muito inclinada, aproximando-se do limite que os jipes eram capazes de subir, a verdade é que vista cá de baixo parecia ainda mais íngreme… e, depois de se ter subido e parado no seu topo, quando se olhava para o caminho que nos tinha levado lá acima ficava a agradável sensação da "batalha ganha".

Para terminar em beleza, o Road-Book levava os participantes a atravessar por duas vezes, e uma logo a seguir à outra, cursos de água que fizeram com que a adrenalina subisse mais uma vez um pouco.

Era a altura de rumar à Quinta das Covas, Gimonde, onde o Javali estava pronto para ser servido no almoço de encerramento.

Este é um espaço particularmente agradável, situado numa das margens do rio Sabor, onde apetece passar algum tempo. Nesta época do ano, tem ainda o encanto adicional de permitir saborear as cerejas que se podem colher directamente do considerável número de cerejeiras que "povoam" uma parte do amplo espaço destinado ao estacionamento de viaturas. Para um grande número de pessoas, não é com facilidade que se tem esta possibilidade e, verdade seja dita, as cerejas têm um sabor especial quando se vão comendo apanhando-as directamente das árvores.

O ambiente geral era de satisfação e alegria, sendo unânime que no próximo ano terá de ser realizada a 3ª edição deste Passeio, provavelmente procurando outros trilhos e conhecendo ainda mais alguns recantos desta região.

 

 

Trilhos do Nordeste / Clube Audio TT

 

 

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